quarta-feira, 11 de abril de 2012

Caso ou compro uma bicicleta?

" A dor nos faz tomar decisões erradas. O medo dela também."

Sabe quando se chega num ponto da vida que ou você decide o que fazer dela ou você decide? E que não se pode delegar essa tarefa?

Nesses momentos bate um desespero, uma vontade louca de sair correndo gritando: Eu quero voltar pra barriga da minha mãe! Lá é quentinho, protegido, mal nenhum me atinge!

Isso é o medo. Medo do que a vida pode proporcionar, do que há de ser do futuro. Medo de tomar a decisão errada e reconhecer que errou.

Isso é muito complicado para alguém que quer provar sempre ( e mais para si mesma) sua autossuficiência. É pavorosa a idéia de que vc pode tomar uma rasteira da vida ali na frente. Ninguém quer isso, não é mesmo?

Mas, em contrapartida, se ficarmos estagnados pelo medo, as oportunidades podem passar pela sua frente e a "paralisia" te impedir de voar, sonhar, buscar e conseguir.

Mas, onde achar as respostas? Eu não sei. Se alguém souber, coloca aí nos comentários, por gentileza?

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Poxa vida!!! Agora que eu fiz o blog, e tava cheia de idéias meu PC cismou de pifar! Droga!
To "falando" do PC do estágio, então nem dá pra colocar tudo que tenho em mente para o blog.
Tomara que meu "bebê" volte do médico hj!
Bjoks!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A Historia da Borboleta

"Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo. Um homem sentou-se e passou a observar a borboleta que, por várias horas, se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, em certo momento, pareceu que ela parou de fazer qualquer progresso, parecia que ela tinha ido o mais longe que podia e não conseguia mais continuar nessa sua missão de deixar o seu casulo.
Então o homem deciciu ajudar a borboleta. Ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas, atrofiadas. O homem então continuou a observar porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo, que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu. Na verdade, a borboleta passou o resto de seus dias rastejando com um corpo murcho e as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza, em sua vontade de ajudar, não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário para a borboleta passar através de sua pequena abertura, era o modo com que a natureza agia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo."
Moral: algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossas vidas. Se Deus nos permitisse passar através dela sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar!